segunda-feira, 14 de março de 2011

A importância de ler os rótulos


EFE


Uma pesquisa pediu a mil adultos americanos que mencionassem três fontes alimentares de gorduras trans: só 21%conseguiu, o que sugere que "há muito que ser feito" em matéria de campanhas de saúde e informação ao consumidor, segundo o doutor Robert H. Eckel, da Universidade do Colorado, em Denver, que impulsionou o estudo.
Curiosamente, quase 75% dos adultos do estudo do Colorado que conheciam a existência das gorduras trans também sabiam que essas substâncias aumentavam o risco de uma dolência cardíaca.
Segundo a doutora Luz García, nutricionista do Centro Médico Orel, "estas gorduras se formam durante o processo industrial e estão presentes em produtos cozidos e fritos (bolachas doces e salgadas, doces industriais, pãezinhos, batatas fritas), em comidas rápidas e em margarinas".
Para comer esta gordura em menor quantidade, a doutora Luz recomenda "reduzir o tamanho das porções dos alimentos que as contêm, assim como a frequência com que comemos "cookies", produtos fritos e doces".
Além disso, é aconselhável ler os rótulos dos produtos para ver se contêm óleos hidrogenados ou algum óleo vegetal parcialmente hidrogenado, o que significa que contêm gorduras trans.
A especialista aconselha limitar o consumo destes alimentos industrializados e considerar as gorduras trans como "saturadas", equivalentes às das carnes vermelhas, e que tanto prejuízos causam na saúde cardiovascular, e além disso "foram relacionadas com um maior risco de câncer de mama e parecem aumentar as células adiposas, promovendo o sobrepeso", conclui.
Segundo os pesquisadores da Universidade do Colorado, "é importante ler a informação nutricional em todos os produtos, inclusive nos alimentos denominados "sem gorduras trans", já que alguns fabricantes estão usando óleos tropicais, como os de coco ou palma, para substituir as gorduras trans, os quais também são ricos em gorduras saturadas.

O perigo das gorduras trans


EFE
Por Daniel Galiléia
Da Efe

As gorduras hidrogenadas ou trans, usadas em alimentos processados como doces e frituras industriais, margarinas, bolos e bolachas tipo "cookie" e "cracker", são para a saúde "lobos em pele de cordeiro", atuando comocomo gorduras saturadas dentro do organismo que se tornam um um dos maiores inimigos nutricionais para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.
Em uma análise de quatro estudos com quase 140 mil pessoas, publicada pelo "The New England Journal of Medicine", ficou comprovado que se a energia recebida por uma pessoa da ingestão de gorduras aumentasse em 2% e este aumento viesse de gorduras 'trans', seu risco de sofrer uma doença cardiovascular poderia aumentar em 23%.
Segundo outras pesquisas realizadas nos últimos anos, as gorduras trans não só diminuem o bom colesterol (HDL) e aumentam o ruim (LDL), mas promovem a inflamação dos tecidos, principalmente nas pessoas com obesidade, e elevam a incidência de diabetes.
Apesar dos riscos que significam para a saúde, as gorduras trans não só não estão proibidas, como é muito difícil de serem evitadas, já que seu nome não está impresso em praticamente nenhum dos rótulos nutricionais que acompanham a maioria dos alimentos.
Muitas pessoas sabem que devem limitar o consumo de gorduras trans porque obstruem as artérias e elevam o colesterol, mas poucos têm conhecimento de quais alimentos as contêm e deveriam ser evitados ou controlados, de acordo a um estudo realizado nos Estados Unidos, e cujos resultados podem ser aplicados em muitos países do mundo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Os Esportes

Embora as pessoas saibam que o povo grego parece ter sido o primeiro a praticar e organizar competições esportivas, a numerosa representação de cenas esportivas que aparecem nas paredes das tumbas, templos e obeliscos tendem a provar que, provavelmente, foram os antigos egípcios os verdadeiros pais de muitos dos esportes atuais. Elas também mostram que os faraós fixaram as regras básicas para os jogos, uniformes especiais para os jogadores e até um árbitro para organizar a competição. Este interferia para separar uma briga e anunciava os vitoriosos, conferindo-lhes colares diferenciados ou faixas de vencedores. Os sentimentos dos competidores ao término das partidas também foram retratados. Em uma das paredes do templo de Ramsés III (c. 1194 a 1163 a.C.) em Luxor, por exemplo, podemos ver um jogador que cumprimenta a torcida curvando-se e levando a mão até a testa. Vencedores e perdedores eram aplaudidos: os primeiros por sua superioridade e os demais por seu espírito esportivo. Os comportamentos da esportividade sadia começaram a ser definidas ali: o perdedor aceita a derrota de boa vontade e o vencedor lhe deseja boa sorte. Aquele, entretanto, que viola as regras do jogo ou não adere ao essencial do esporte é excluído e punido. Em outras palavras, havia uma ética por trás das práticas esportivas dos antigos egípcios. A verdade é que o egípcio antigo acreditou na importância do atletismo para o aperfeiçoamento doGINÁSTICA corpo e a proteção da saúde e na importância do entretenimento no restabelecimento da energia e no aumento da eficiência da atividade mental e física. Por tais razões, registraram cuidadosamente seus esportes e jogos populares nas paredes dos templos usando desenhos que ilustram as regras de cada jogo. Segundo os estudiosos do assunto, embora os esportes no antigo Egito fossem um fenômeno cultural, tinham, na realidade, um papel social e político significativo. Eles estavam divididos em diferentes categorias. A primeira, para entretenimento e manutenção da forma física, incluia ginástica, acrobacias, como nesta cena da mastaba de Kayemmi, caça, pesca, natação e salto em altura ou à distância. A segunda, para preparar os corpos dos reis e guerreiros, bem como para fortalecer os músculos dos moços que pretendiam ser sacerdotes ou oficiais militares, incluia o boxe, lutas corporais, levantamento de peso, remo, atividades eqüestres, maratonas e arco-e-flecha.
  • Uma forma primitiva de salto em altura era praticada com dois jogadores sentados um defronte ao outro, com as pernas estiradas e os pés de um deles em cima dos dedos dos pés do outro. Se um terceiro competidor conseguisse pular essa barreira humana, os dois jogadores sentados colocavam suas mãos espalmadas em cima de seus pés para aumentar a altura do obstáculo, o qual o terceiro jogador tinha que saltar semrpe sem tocá-lo. Tal modalidade esportiva ainda é praticada atualmente na zona rural egípcia, recebendo o nome de passos de ganso.
  • Cenas com boxeadores em posição de desferir socos no adversário, o qual, por sua vez, se defende, são mostradas em tumbas de Saqqara. Faraós e príncipes assistem a disputa, o que indica que já se tratava de uma competição organizada.
  • Levantamento de peso era outro dos jogos esportivos conhecidos pelos antigos egípcios. Uma das modalidades da competição consistia na tentativa de erguer um pesado saco de areia com uma só mão, numa única arrancada, e mantê-lo erquido em posição quase vertical por um período curto de tempo. Esta é uma das modalidades de levantamento de peso praticadas ainda hoje.
  • A equitação se transferiu do mundo da guerra para o do esporte e da caça de animais selvagens. Eram organizadas corridas de cavalos entre jovens. Permaneciam montados sem selas com total domínio da montaria.
  • Ostraca de calcário da XIX dinastia (c. 1307 a 1196 a.C.), proveniente de Deir el-Medina, mostra o esboço de uma dançarina acrobática. Seu corpo está curvado para trás até que as mãos toquem o solo, revelando flexibilidade corporal. Esse é um dos exercícios mais praticados atualmente. Uma ilustração mostra um homem que se mantém totalmente na vertical com a cabeça apoiada no solo, os braços junto ao corpo, e sem tocar o chão com as mãos. Outra pintura representa atletas executando sucessivos saltos e dando mais do que uma volta completa no ar. Ao término do desempenho os praticantes permanecem firmemente na vertical, o que é uma das regras básicas aplicadas nos exercícios de solo nas Olimpíadas de hoje. O fato é que os antigos egípcios dominaram muitos dos esportes olímpicos modernos.
  • As mulheres jovens também praticavam todas as modalidades esportivas e parece que apenas as artes marciais estavam destinadas somente aos homens. A representação de uma jovem praticando arco-e-flecha e atirando em três alvos pode ser vista em uma parede tumular.
As caçadas, as práticas com arco-e-flecha ou dardos estão representadas frequentemente nosCAÇADA relevos dos templos e parecem ter sido jogos esportivos particularmente importantes para reis e nobres. Nessas ocasiões podia-se desfrutar a camaradagem dos amigos e da família. Surgia, ainda, uma oportunidade de se testar a própria coragem e demostrar valentia e habilidade física, seja derrotando um leão ou um tigre no deserto, seja arpoando um hipopótamo ou um crocodilo no rio Nilo. Os relevos se esforçam em ressaltar a habilidade dos reis e príncipes no acerto preciso do alvo e sua força no retesar do arco. Os dardos diferiam em comprimento de acordo com o tipo de presa a ser atingida, permitindo que com um só lançamento se abatesse o animal. Eram lançados voltados para cima, de forma a executarem giros rápidos até atingirem o alvo. Amenófis II (c. 1427 a 1401 a.C.) afirmava que podia atravessar com uma flecha um alvo de cobre de sete centímetros de espessura de maneira que do outro lado do alvo surgisse 22 centímetros da flecha. E fixava prêmios para quem conseguisse fazer o mesmo. No templo de Ramsés III várias cenas mostram-no como caçador de leões, hipopótamos e touros selvagens. Museus egípcios guardam uma pequena estátua de Tutankhamon (c. 1333 a 1323 a.C.) representado como um caçador de hipopótamos e, também, muitas varas e anzóis para pesca de diferentes tipos e formatos, provando quão desenvolvido estava esse esporte. Deve ser considerado que os faraós freqüentemente se fizeram representar em relevos das paredes dos templos como guerreiros que sozinhos matavam centenas de inimigos e dezenas de leões para reforçar sua imagem de reis com poderes divinos. Ilustrações semelhantes foram repetidas por vários faraós que se sucederam, o que nos faz questionar a validade destas cenas. Por exemplo: as imagens de guerra de Ramsés III em Karnak são cópias exatas dos relevos de Ramsés II (c. 1290 a 1224 a.C.). Estas ações de heroísmo, em parte, foram projetadas com propósitos propagandísticos. Elas reforçavam a posição do rei como chefe de estado, mais do que refletiam uma realidade histórica. Acima, numa foto do Canadian Museum of Civilization Corporation, vemos uma pintura mural de uma cena na qual dezenas de animais são mortos por um guerreiro em
sua biga. O prazer da caçada está registrado em um papiro nos seguinter termos: CAÇA AOS PÁSSAROS
Um dia feliz quando nós descemos para o pântano, quando podemos capturar pássaros e pegar muitos peixes na água... Um dia feliz para todos quando a deusa do pântano nos é favorável. Nós apanharemos pássaros e acenderemos um braseiro para o deus Sebek."
A pintura mural ao lado, de um túmulo tebano da XVIII dinastia (c. 1550 a 1307 a.C.), ilustraria bem esse texto. A pescaria, por sua vez, era uma prática desportiva tanto das classes governantes quanto das pessoas comuns. É mostrada nas tumbas dos nobres, tanto do Império Antigo (c. 2575 a 2134 a.C.) quanto do Império Novo (c. 1550 a 1070 a.C.), nas quais aparece como um passatempo. Para os cidadãos, porém, era vista como uma profissão traiçoeira, revestida de real perigo advindos tanto do venenoso peixe-gato quanto do maior de todos o inimigos, o crocodilo. Se um barco emborcasse, o risco de ser devorado por este monstro do Nilo era alto. No término de uma excursão de pesca, o alívio dos homens pelo retorno seguro é ilustrado por um humorístico empurra-empurra dos pescadores entre si com suas varas de pescar. O remo era outro esporte egípcio antigo e seu maior requisito era a força física. Ilustrações registraram o remo em equipe. Os competidores necessitavam harmonizar as remadas em consonância com as ordens do líder, o qual manobrava o leme da embarcação. Era ele que controlava os movimentos por meio de um alto brado sistemático que unificava o momento no qual os remos tocavam a superfície da água e isso ajudava a empurrar o barco para a frente mais contínua e rapidamente. Tal método ainda é empregado atualmente. Com tanta água pela frente, não admira que a natação fosse um dos esportes favoritos. As águas tranqüilas do Nilo encorajavam os jovens a participarem de competições nas quais podiam mostrar suas habilidades natatórias. O rio, entretanto, não era o único cenário para prática da natação. Ainda que ele fosse o local ideal para os grandes competidores, os nobres primeiro aprendiam a nadar na privacidade de seus pequenos lagos particulares.
Nos túmulos de Saqqara estão representadas cenas de esportes praticados com bolas, os quais parecem ter sido tão populares quanto o são hoje em dia. Muitas bolas foram achadas em escavações arqueológicas. Eram confeccionadas com canas de papiro secas e amarradas firmemente, ou com tecido ou couro cozido recheados com papiro, palha, corda ou crina. Um esporte atual que já era praticado pelos egípcios é o hóquei. Para jogá-lo eram usados longos ramos de palmeira, largos e curvos na extremidade como os tacos usados hoje em dia nesse esporte, e um disco feito com dois pedaços de couro em formato de semicírculo, tingidos de duas ou mais cores e recheados de fibras de papiro comprimidas. Este hóquei primitivo ainda é jogado na zona rural egípcia atualmente, sendo conhecido como hoksha.
Outro esporte com bola parece ter sido a origem do jogo de beisebol que conhecemos hoje. As cenas ilustram que os artefatos usados eram semelhantes aos do hóquei. O jogo começa com dois times iguais, um dos quais bate a bola enquanto o outro permanece espalhado pelo campo. Um jogador do primeiro time lança a bola para um competidor do time adversário. Este rebate a bola, procurando lançá-la o mais longe possível, larga o bastão e corre atrás da bola juntamente com o resto de seu time, em um plano predeterminado, tentando alcançar uma palmeira distante a partir de outra palmeira mais próxima. Então, ele volta ao ponto de partida. Algumas regras lembram o beisebol: o jogador do time rebatedor é excluído se for atingido pela bola; ao time rebatedor não é permitido, ao correr, cruzar os limites estabelecidos; os dois times trocam seus papéis ao longo da partida. Esse jogo, em sua forma primitiva, ainda é praticado em certas regiões do Egito.
As espadas não existiam ainda, mas os murais do Alto Egito mostram cenas que refletem oESCRIMA COM BASTÕES profundo interesse dos antigos egípcios por uma espécie de esgrima praticada com bastões de madeira. Dois jogadores se enfrentam, cada um tentando descobrir o ponto fraco do outro. O objetivo é atingir uma parte do corpo do oponente com a vara. A arena, dizem os textos, é um círculo com três metros de diâmetro e a partida é constituída por três assaltos de três minutos cada um. Os locais do corpo que se deve atingir são o tórax, a axila e a cabeça. Se esta última for tocada, o jogador atingido perde a partida e o jogo termina. É proibido atingir a mão que segura o bastão. A foto acima, do Canadian Museum of Civilization Corporation, ilustra um destes combates. Com certeza este é um dos esportes de auto-defesa
mais antigos.
As maratonas tinham relevante significado para os antigos egípcios. Sua importância advinha não apenas do fato de serem elementos essenciais para o preparo físico de uma pessoa, mas também por suas finalidades religiosas. O faraó praticava a maratona durante a cerimônia de sua entronização e quando da celebração do Heb-Sed, festa durante a qual ocorreria uma regeneração do poder real, colocando o soberano na condição necessária para exercer suas funções. Rejuvenescido e dotado de renovado poder, ele poderia exercer seu papel de criador com a mesma intensidade que o fizera ao subir ao trono. Um dos rituais essenciais desta celebração consistia numa corrida do rei num local apropriado, construído ao redor de seus edifícios funerários. Ao público presente era, assim, revelada a força física do rei e sua habilidade para governar usando suas capacidades corporais e mentais. Existem registros de que o faraó e aqueles que haviam nascido no mesmo dia do nascimento do rei participavam de maratonas agitadas. A ninguém era permitido fazer uma refeição antes de cumprir as 180 etapas dessa corrida. Entre as cenas mais conhecidas dessa festividade estão as do faraó Djoser (c. 2630 a 2611 a.C.) correndo ao redor de seu complexo mortuário.


FONTE DE PESQUISA: http://www.fascinioegito.sh06.com/esportes.htm

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Sono entre estudantes

O interesse em pesquisar a percepção do sono entre adultos jovens que ingressam na universidade surgiu a partir de um estudo anterior, no qual a pesquisadora investigou os padrões do sono relacionados à utilização do computador entre adolescentes que frequentavam o ensino médio.

Para dar continuidade ao estudo, Gema aplicou um questionário para mais de 1.400 estudantes universitários da Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais.

O questionário incluía perguntas sobre o tipo de alimentação (sanduíches, frutas, legumes, carnes e derivados do leite), exercícios físicos, consumo de bebida alcoólica, tabagismo e a saída para festas e eventos noturnos.

E, ainda, sobre a utilização de computadores e da televisão durante as noites, cochilos durante os dias e se as preocupações afetivas e financeiras influenciavam.

Para avaliar a qualidade do sono foi utilizado o Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh (IQSP), composto por 19 itens autoavaliativos. São considerados bons dormidores aqueles que obtiveram uma pontuação menor que cinco e maus dormidores, maior que cinco.

"Este índice indica a duração e a latência do sono, a sonolência diurna e os distúrbios. Eu esperava que o álcool e a balada fossem determinantes para o aumento de maus dormidores, mas foram o computador e o tabaco que mais alteraram o sono dos universitários", disse Gema.

Qualidade do sono

Cientistas e pesquisadores acreditam que a boa qualidade do sono seja imprescindível para a manutenção de uma vida saudável.

Segundo estudos internacionais utilizados pela pesquisadora para balizar o trabalho, o sono, além ser importante para restauração da energia física, participa das atividades mentais e emocionais.

Dormir mal pode repercutir nas atividades do aprendizado dentro e fora do ambiente escolar.

Esses mesmos estudos demonstram que a falta de sono ou sua má qualidade estão relacionadas com a diminuição da motivação e da concentração, déficits de memória, sonolência diurna e alterações de humor. Por outro lado, o sono de boa qualidade é apontado como fator-chave para o desempenho acadêmico.

O bom sono depende de regularidade dos horários de se deitar e de se levantar, da preservação do tempo de sono, de acordo com a faixa etária e livre dos distúrbios. Dentre os distúrbios do sono, estão as latências do sono aumentadas, acordar no meio da noite, o ronco, os pesadelos e as dores musculares. A qualidade do sono depende, ainda, da necessidade diária, a qual varia de indivíduo para indivíduo e de acordo com a idade.

Necessidades de sono

De acordo com a literatura médica mundial, há uma variabilidade individual da necessidade do sono.

Normalmente, um adulto jovem na faixa etária entre 17 e 25 anos precisa de sete a oito horas e meia de sono por noite. Há pessoas, entretanto, que com apenas cinco horas se sentem satisfeitas e restauradas para as atividades diárias.

Entretanto, alerta a pesquisadora, é importante que o período de dormir seja à noite, pois a fisiologia do sono depende do relógio biológico que, por sua vez, está sincronizado com o dia e a noite, isto é, o claro e o escuro - determinados pela rotação da Terra.

O hormônio do sono, a melatonina, é metabolizado durante a noite.

Quando analisada a utilização da televisão e do computador, observa-se que estes se assemelham na intensidade da emissão da luz, mas o modo de uso é diferente.

Diante do aparelho de televisão o telespectador se coloca, na maioria das vezes, confortavelmente sentado ou deitado, controlando os canais pelo controle remoto a uma distância de aproximadamente 3 metros da tela.

Diante do monitor do computador, o internauta fica a uma distância de 50 a 60 centímetros da tela e sua interação é muito mais ativa, tanto física como mentalmente.

No caso do computador, a luz emitida pelo aparelho fica muito próxima da retina. As células da retina, ao receberem estímulo luminoso, enviam uma mensagem elétrica que alcança o hipotálamo; este, além de comandar as glândulas do organismo, possui um pequeno núcleo onde se localiza o relógio biológico, essencial à manutenção dos ritmos e dos ciclos sono-vigília.

A intensidade, a variação e o horário das luzes emitidas pelos aparelhos incidindo sobre a retina desregulam no organismo a liberação normal de melatonina, o hormônio responsável pelo sono e, consequentemente, alteram sua qualidade.

"Quando você fica na frente do computador exposto à luz do monitor até a meia-noite, há atraso no ciclo vigília-sono. As pessoas vão demorar para dormir, e a metabolização do hormônio do sono será mais lenta. Quando essa exposição acontece depois da meia-noite, há um adiantamento dessa fase e as pessoas vão ficar mais sonolentas. O ideal, para que uma pessoa durma bem e tenha qualidade do sono, é que ela durma à noite e evite a claridade", explicou Gema.

Computador e sono

O fato de acessar o computador durante as noites nos dias da semana aumentou as proporções de maus dormidores.

De acordo com o estudo, 58,06% dormem mal e acessam o computador entre 19 e 21 horas; 71,43% têm problemas com o sono e usam o equipamento entre 19 e 22 horas; 73,33% apresentam incômodos e fazem uso do computador entre 19 e 24 horas; 52,38% dormem mal e utilizam o aparelho das 19 horas até de madrugada.

Entre os internautas de finais de semana, 36,45% acessam o computador e dormem bem, enquanto 63,55% usam a internet e dormem mal.

Em relação aos horários de assistir TV, os grupos não diferenciaram entre si na classificação do sono.

Outra questão apontada pelo estudo foi que 83,4% das mulheres pesquisadas têm mais chance de dormir mal quando utilizam o computador entre o horário das 19 às 24 horas. Já com relação aos homens, este índice ficou em 47,7%, de acordo com a pesquisa.

Álcool, cigarro e baladas

Para os resultados do consumo de álcool relacionados à classificação do sono, o estudo demonstrou que 58,33% não consomem álcool e 61,28% bebem e dormem mal.

Com relação ao tabaco, os dados demonstraram que 59,76% dos não-fumantes e 70,59% dos fumantes têm problemas com o sono.

"Entretanto, se analisarmos o uso do tabaco com o uso do computador, o tabaco apresentou um índice de 4,7% menor se comparado ao impacto da utilização do equipamento que, de acordo com a pesquisa, foi de 51,1%", disse Gema.

Na variável "frequentar baladas noturnas", os grupos não apresentaram diferenças significativas entre si em relação aos bons e maus dormidores.

Exercícios físicos e sono

Nos resultados da prática dos "exercícios físicos" foi observado que 60,59% dos que não praticam atividades físicas e 59,94% dos que se exercitam dormem mal. Entre os universitários que praticam atividade física e acessam o computador à noite nos horários das 19 às 24 horas, o estudo mostrou índices significativos para o aumento de maus dormidores.

"Eu imaginava que os universitários que praticavam atividade física dormissem bem, mas na minha amostragem não foi isso que vi. Dos 374 universitários que praticam atividades físicas, 147 acessam o computador à noite e dormem mal. Que a atividade física diminui o distúrbio do sono é verdade, mas que contribui para aumentar o número de bons dormidores, isso não", observou a pesquisadora, surpresa com os dados. "Porque, em nossa pesquisa, vimos que os jovens que praticam exercícios físicos alimentam-se mal, consomem bebidas alcoólicas, vão para baladas e ainda utilizam-se do computador no período da noite. Mas foi o uso do equipamento à noite o que mais piorou a qualidade do sono dos universitários que praticam exercícios físicos".

Segundo Gema, o horário da prática de atividade física pode, ainda, piorar o sono. Há um estudo internacional que faz uma associação entre praticantes de atividade física e consumo de cafeína. Segundo o estudo, o tempo de sono profundo foi menor para quem usa cafeína. "Fiz outras associações e observamos que somente o fato de praticar exercícios físicos não é suficiente para melhorar a qualidade do sono. Minha hipótese é de que quem faz exercício físico tem que ter hábito salutar para cooperar com um bom sono", comentou.

Mas Gema sabe que pedir para um jovem ou um universitário parar ou diminuir o uso do computador à noite é quase uma utopia. Mãe de três filhos, que no início da pesquisa eram adolescentes e hoje já cursam a universidade e utilizam o computador dia e noite, ela afirma que o que era uma "voz solitária gritando no deserto" e preocupação de mãe virou comprovação acadêmica e científica.

Geração Y

"Meus filhos fazem parte da geração Y, que nasceu utilizando a tecnologia, principalmente o computador. Eles são estimulados a usá-lo. Quando chegam em casa, a primeira coisa que fazem é abrir email, Orkut ou Messenger. Combinam de ir para a balada pelo computador; ao voltarem, muitas vezes de madrugada, acessam a internet para comentar o que aconteceu na balada. É uma necessidade de comunicação. Trata-se de um estilo de vida que está alterando comportamentos, prejudicando a saúde dos jovens, podendo acarretar, inclusive, sobrepeso, porque a utilização do computador está diminuindo o tempo de sono desta geração", alertou a pesquisadora.

Esta é outra questão apontada pela pesquisadora - a relação sono e obesidade. Segundo Gema, estudos internacionais demonstram que a diminuição do tempo do sono está relacionada com o aumento do sobrepeso da população, com o aumento da diabetes II, com problemas gastrointestinais, entre outros.

Isto acontece, segundo esses estudos, porque ao dormir o organismo produz um outro tipo de hormônio, chamado de peptina, que regula a sensação de fome. O sono equilibra todas as reações bioquímicas do organismo, mantendo o bom funcionamento das células do corpo, dos órgãos e sistemas endócrinos. A falta de uma boa qualidade do sono parece ter um impacto nos condutores fisiológicos do balanço energético, nomeadamente no apetite e no gasto energético.

"É por isso que algumas pessoas acordam no meio da noite e vão comer. Sabe-se, também, que as pessoas que dormem menos, vivem menos. Há estudos internacionais que mostram que dormir pouco aumenta o risco dos transtornos psiquiátricos e emocionais. Dormir bem é fundamental à saúde. O computador é um excelente meio de comunicação, mas temos que investigar o que ele está causando na humanidade. Tudo isto eu comento na pesquisa", disse.

Geração do isolamento

Na opinião de Gema, mais do que levantar hipóteses, a pesquisa mostra que está diminuindo o tempo de sono dos jovens e isto pode acarretar sérios problemas de saúde.

"Você pode passar 12 horas na cama, mas se o sono for interrompido e não tiver qualidade, não será reparador e além do mais não se repõem as horas de sono perdidas", disse.

Para o futuro, a pesquisadora faz um prognóstico, definido por uma palavra: isolamento.

As pessoas vão se comunicar dentro de casa pelo computador, cada uma em seu quarto.

Será uma nova forma de comportamento. "Há uma pesquisa em andamento:  A raiva ou o amor que ele sente atrás de um monitor de computador é igual ao que ele sente e demonstra pessoalmente?

Por Edimilson Montalti
Do Jornal da Unicamp

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Lesões Esportivas...




1)Luxação:É o deslocamento traumático agudo ou permanente das superfícies que compõem uma articulação e que, assim, perdem suas relações anatômicas normais. Pode originar-se de traumatismo, malformação (luxação congênita) ou de lesões outras, como artrites que incidam sobre articulação. Trata-se de uma lesão grave.

2)Entorse : é um movimento anormal de uma articulação, que vai além da capacidade dos ligamentos daquela região. A entorse pode provocar lesões ligamentares e pode ocorrer sem que haja, necessariamente, luxação (ou seja, sem que os ossos da articulação saiam do lugar). Outros nomes comuns são "mau jeito", estiramento ou distensão de ligamento.

3)Distensão ou estiramento : dá-se quando as fibras musculares ou os tendões alongam-se além do seu normal.

4)Contusão : quando existe um trauma em qualquer parte do corpo provocado, por exemplo, por uma pancada, um chute ou uma bolada que gera um hematoma.

5)Fratura: a perda de continuidade de um tecido ósseo. Pode ser com ou sem desvio. Atletas podem ter fraturas por estresse, ou seja, por excesso de atividade. As fraturas da tíbia são as mais freqüentes.

6)Cãibra : é a contratura involuntária do músculo. Pode ocorrer por diversas causas, como o acúmulo de ácido lático, ou devido a uma alteração no metabolismo de alguns elementos, como sais minerais, potássio e cálcio, entre outros. O músculo entra em espasmo e contrai sem controle voluntário do organismo.

7)Tendinite: inflamação no tendão, cordão ou feixe fibroso que fica na extremidade dos músculos, devido à repetição excessiva de movimentos, mas que só inflama quando se torna repetitivo e crônico. 

Normalmente, primeira medida para estas lesões é aplicação de gelo, depois procure serviço médico...após o tratamento.

Para reduzir os riscos de lesões, certifique-se de:
  • Fazer o aquecimento antes do exercício. Faça de 5 a 10 minutos de atividade aeróbica leve, como trotar no lugar os subir escadas, para aquecer seu corpo para o exercício mais vigoroso.
  • Alongar todos os grupos musculares principais - de forma suave - antes e depois do exercício.
  • Usar todos os equipamentos de segurança associados ao seu esporte como: braçadeiras, protetor bucal, joelheiras, etc.
  • Aprender novas atividades com alguém que tenha conhecimento (treinador, instrutor ou professor de educação física) antes de tentar qualquer coisa por conta própria. 
  • Conheça seus limites. Se você é nova nos exercícios, vá bem de leve no começo da nova atividade. Você pode sentir-se bem no momento, porém o mais provável é que novas atividades físicas a deixarão de alguma forma dolorida no dia seguinte mesmo que não pegue pesado. 
  • Evite exceder-se. Muito exercício pode ser tão ruim quanto pouco exercício. Você pode aumentar significativamente o risco de lesões se exercitar demais ou com muita freqüência. Certifique-se de tirar pelo menos um dia na semana para que seu corpo se recupere.
  • Beba bastante água antes, durante e depois dos exercícios físicos. Beba ainda mais em dias quentes quando realizar atividades físicas ao ar livre. Mesmo que esteja frio, você irá suar e precisará de bastante água para manter-se hidratada.
  • Escute o seu corpo. Dor é um sinal de que algo está errado e você deve responder a isso descansando. Não tente continuar os exercícios "superando a dor" ou estará arriscando-se a sofrer lesões mais sérias que poderão colocá-la fora de ação por um bom tempo.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Confira os benefícios da corrida e as dicas de especialistas para a prática

NE TV / NOTICIAS 04/11/2010

É preciso tomar cuidado com o tênis, que deve ser compatível com o tipo de pisada do dono; a corrida é um excelente exercício para o coração, para circulação sanguínea, para baixar taxas de colesterol

Da Redação do pe360graus.com
Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo
Todo mundo sabe que fazer exercícios é bom pra saúde. Nas ruas, nos parques, nas academias, sempre encontramos pessoas caminhando ou correndo. Há pessoas que preferem a esteira e outras que optam por correr nas ruas.

A corrida é um excelente exercício para o coração, para circulação sanguínea, para baixar taxas de colesterol. Nas esteiras mais modernas, dá para controlar velocidade, ritmo, intensidade. O impacto nas articulações é menor. Por isso tudo é ideal para quem está começando a praticar corrida.

“O iniciante pode começar na esteira, porque é menos impacto sofrido, acarreta menos lesões”, explicou o professor de Educação Física Fernando Brito.

A estudante Brenda Guimarães corre duas vezes por semana na esteira: “correndo na avenida você bate nas  pessoas, têm que diminuir a velocidade, eu tenho medo de ser assaltada”, contou.

Há quem ache monótono, mas o conforto fala mais alto: “geralmente venho para fazer musculação e aeróbico. Então não vou pra rua fazer as coisas. Mas sempre que posso vou à Avenida correr”, declarou a empresária Danielly Freitas.

Mas tem gente que não deixa por nada de correr ao ar livre. Para quem quer perder peso, essa é a melhor opção: o vento exige mais esforço do corredor, e aqui também não há esteira para ajudar nas passadas.

O engenheiro mecânico Benjamim Miranda defende a prática ao ar livre “é um exercício de mais impacto, porque não tem a proteção da esteira, a gente se sente mais do no do corpo, a gente trabalha outras coisas que, na esteira, talvez, não dê pra gente trabalhar. Sempre procuro r correr nas ruas, onde posso conhecer outros cenários”.

Correr na rua exige atenção redobrada em alguns itens, conta o professor Fernando Brito: “tênis apropriado para a pisada de cada um, camisa, shorts adequados, estar bem protegido”.

Na esteira ou no calçadão não esqueça: antes de praticar qualquer exercício peça orientação ao médico e faça alongamentos de 10 minutos antes e depois da corrida.

No Recife existem 21 Academias da Cidade, programam municipal que dá educação física gratuita para toda a população.  Lá é possível praticar exercícios acompanhado por um professor e melhorar a saúde. O espaço funciona das 5h30 às 8h e das 17h30 às 20h.

Uma das professoras do espaço, Liana Emerenciano (foto 2), recomenda o aquecimento e o alongamento: “o alongamento é um exercício importante para pessoa caminhar, mas pode ser feito apenas aquecimento. Quando terminar o exercício é importante fazer um trabalho de relaxamento. O importante é que as pessoas se movimentem desde criança. Não é problema fazer atividade, contanto que se respeitem os limites do corpo. O alongamento deve sentir que estar ‘puxando’, mas não é preciso doer”.

TIPOS DE PISADA
Os três tipos de pisadas que existem são: supinada, neutra e pronada. Os supinadores possuem uma pisada que começa na borda externa do calcanhar e continua na mesma linha, aumentando o impacto entre as articulações.

A neutra começa no lado externo do calcanhar e movimenta o pé ligeiramente para dentro. A planta dos pés desses corredores apresenta um arco que vai até a linha média da base do pé. Geralmente quem tem o arco do pé normal apresenta pisada neutra.

Os pronadores iniciam a pisada com a parte externa do calcanhar e continuam rolando o pé excessivamente para dentro. Esse tipo é visto com mais frequência entre as mulheres por conta da anatomia preparada para a gravidez o parto.

Para fazer corrida tem que ter um tênis com amortecimento e adequado com o seu tipo de pisada, segundo o ortopedista Marcelo Salazar (foto 3): “é preciso respeitar o tipo de pé que se tem, porque se houver deformidades no pé, haverá problemas. Existe uma biomecânica para marcha e corrida. O apoio do pé tem que ser inicial no calcanhar. Se você tem o problema de pé-chato, por exemplo, é um ruim porque na hora em que o pé é apoiado pode provocar pressão no joelho, podendo causar problemas na articulação”.

Cuidados específicos na terceira idade auxiliam na prevenção de quedas CRISTINA MEDEIROS 04/11/2010

Com o passar dos anos, o corpo humano vai perdendo paulatinamente a mobilidade e os reflexos que caracterizam a idade adulta. O envelhecimento traz consigo uma séria de efeitos nos diferentes sistemas do organismo, que contribuem com a diminuição do desempenho físico e, consequentemente, da coordenação motora. Essa perda pode levar o idoso a sofrer quedas, que podem se agravar com a fragilidade da estrutura óssea, já que não é capaz de suportar fortes impactos.
Qualquer pessoa pode sofrer uma queda. Porém, no caso dos idosos, ela possui um significado muito relevante. Dependendo do caso, pode causar incapacidade temporária e até mesmo levar o indivíduo à mortePor isso, a prática de exercícios físicos se torna fundamental nesse momento da vida, proporcionando diversos efeitos benéficos, como melhora no equilíbrio e na velocidade para andar, alerta Dr. Pedro Onófrio, diretor médico do Grupo NotreDame Intermédica.
 
Dicas para preparar os ambientes
Sala
-Sofás, poltronas e cadeiras devem ser firmes e fortes, ter apoio lateral que permita ao idoso sentar-se e levantar-se com segurança.
-Móveis com bordas arredondadas para não machucar em caso de esbarrões.
-Evitar pisos encerados com carpetes e tapetes soltos.
Quarto
-Os objetos de uso pessoal devem estar colocados próximos à pessoa.
-É importante a instalação de uma luminária com extensão do telefone no criado mudo.
-Evitar que as portas e gavetas dos armários estejam muito perto do chão.
-A cama deve ter uma altura suficiente para que o idoso sentado consiga encostar toda a sola do pé no chão.
-As janelas devem abrir para dentro ou terem lâminas de correr. Dessa forma, evita que o idoso se debruce para fechá-la.
Banheiro
-Instalar barras de apoio na parede do chuveiro e ao lado do vaso sanitário, evitando que o idoso se apoie em locais impróprios.
-Recomenda-se que o idoso esteja sentado em uma cadeira com apoio lateral ao tomar banho de chuveiro.
Cozinha
-Instalar piso cerâmico antiderrapante.
-A bancada da pia deve ter em média 85 cm de altura.
-Gavetas de fácil abertura com travas de segurança. Coloque utensílios e mantimentos em local de fácil alcance e não use escadas ou banquinhos.
-Recomenda-se que o idoso não manuseie panelas e outros utensílios pesados.
Dicas gerais
-Instalar corrimão nas escadas, piso antiderrapante e boa iluminação.
-Deixar sempre acesa uma luz no corredor.
-Usar calçados anatômicos e flexíveis feitos de materiais ajustáveis aos pés, com solas mais espessas, que protejam os pés de saliências do solo.
-Não fumar e não consumir bebidas alcoólicas.
-Ingerir quantidade adequada de cálcio, mantendo o equilíbrio alimentar.
-Expor-se ao sol por 15 minutos diários.
-Consultar médicos e dentista periodicamente.
-Imunizar-se corretamente.
-Ter sempre por perto números de serviços de emergência.